“Me liga de vez em quando. Sabe, eu gosto de ouvir sua voz. Não precisa falar muita coisa, só de saber que você se lembra um pouquinho de mim eu já fico feliz.
Caio Augusto Leite
quarta-feira, 26 de junho de 2013
terça-feira, 25 de junho de 2013
Sou meio complicada de entender, as vezes nem eu mesma me entendo... Fico com raiva do nada, assim mesmo, sem motivo... Mas também fico feliz do nada, me magoou fácil, tem horas que coisas bobas me deixa triste, coisas que quem fala nem vai imaginar que vai me deixar mal mais deixa, e ás vezes até demais. Sou sempre alegre, estou sempre rindo, falo até demais mais sempre que fico chateada fico bem calada, me fecho pra todos... Me apego fácil e muito, e é uma missão quase impossível me desapegar depois, sempre sofro, posso até me desapegar, mas nunca esqueço da pessoa. Não consigo ter raiva de ninguém, a pessoa pode me fazer coisas ruim que mesmo assim não tenho raiva, odeio esse meu lado, eu gostaria de pelo menos conseguir ser mas fria com quem errou comigo, mas eu não consigo. Quando AMO, amo de verdade, nem as dificuldades, distancia ou tempo faz eu deixar de gostar, mesmo amando sozinha eu não desisto, é bem tenso isso, doe muito, mas fazer o que, não consigo deixar de amar fácil. Sou chata, as vezes irritante, pertubo muito AS PESSOAS QUE EU GOSTO, admiro eles por me aturar todos dias sou chata, boba, mas é o meu jeito de demonstrar que eu gosto, um jeito meio estranho eu sei, mas é o meu jeito. Mas eu também me importo, me preocupo, cuido, ajudo, tento fazer as pessoas rirem, faço de tudo pra demonstro que gosto. E assim sou eu, meio bipolar eu acho...
segunda-feira, 24 de junho de 2013
Não quero alguém que morra de amor por mim. Só preciso de alguém que viva por mim, que queira estar junto de mim, me abraçando. Não exijo que esse alguém me ame como eu a amo, quero apenas que me ame, não me importando com que intensidade. Não tenho a pretensão de que todas as pessoas que gosto, gostem de mim. Nem que eu faça a falta que elas me fazem, o importante pra mim é saber que eu, em algum momento, fui insubstituível. E que esse momento será inesquecível.. Só quero que meu sentimento seja valorizado. Quero sempre poder ter um sorriso estampando em meu rosto, mesmo quando a situação não for muito alegre. E que esse meu sorriso consiga transmitir paz para os que estiverem ao meu redor. Quero poder fechar meus olhos e imaginar alguém. e poder ter a absoluta certeza de que esse alguém também pensa em mim quando fecha os olhos, que faço falta quando não estou por perto. Queria ter a certeza de que apesar de minhas renúncias e loucuras, alguém ...me valoriza pelo que sou, não pelo que tenho. Que me veja como um ser humano completo, que abusa demais dos bons sentimentos que a vida lhe proporciona, que dê valor ao que realmente importa, que é meu sentimento. e não brinque com ele. E que esse alguém me peça para que eu nunca mude, para que eu nunca cresça, para que eu seja sempre eu mesmo. Não quero brigar com o mundo, mas se um dia isso acontecer, quero ter forças suficientes para mostrar a ele que o amor existe. Que ele é superior ao ódio e ao rancor, e que não existe vitória sem humildade e paz. Quero poder acreditar que mesmo se hoje eu fracassar, amanhã será outro dia, e se eu não desistir dos meus sonhos e propósitos, talvez obterei êxito e serei plenamente feliz. Que eu nunca deixe minha esperança ser abalada por palavras pessimistas. Que a esperança nunca me pareça um "não" que a gente teima em maquiá-lo de verde e entendê-lo como "sim". Quero poder ter a liberdade de dizer o que sinto a uma pessoa, de poder dizer a alguém o quanto ela é especial e importante pra mim, sem ter de me preocupar com terceiros. Sem correr o risco de ferir uma ou mais pessoas com esse sentimento. Quero, um dia, poder dizer às pessoas que nada foi em vão. Que o amor existe, que vale a pena se doar às amizades e às pessoas, que a vida é bela sim, e que eu sempre dei o melhor de mim… e que valeu a pena.
quarta-feira, 19 de junho de 2013
segunda-feira, 17 de junho de 2013
A paz no colo...
Ela não se mexe: o filho dorme com a cabeça apoiada em sua barriga. Aquele, que há poucos anos estava lá dentro. Continua sendo parte dela. No aparelho de som, a sequência de músicas conta a sua própria história. Rápidas e ainda intensas, as cenas passam ao som de uma trilha que vai acendendo imagens e rastros diferentes. Ela se permite sentir, com a paz e a tristeza que fazem parte de ser. A alegria de amar de novo, a serenidade de se sentir companheira, amada e ponto. Pensa no amor que passou, no sentido daquele encontro. Lembra do amor que se foi da vida, deixando o filho que ainda é amor. E se convence de que alguns (des)encontros são parte da construção. Desapegar-se para seguir em frente. Trazemos tudo conosco, ela pensa, tudo aqui dentro a fazer parte. Assim como deixamos para o outro. E o que deixamos, não nos cabe. Ela pensa e chora, pensa e sorri, sempre quase imóvel, porque ali o filho dorme em paz. Ali dorme a sua paz. Haviam tido um embate minutos antes, um desses impasses cotidianos entre uma mãe e seu filho pequeno. Agora está tudo calmo. Passou. Como tantas coisas, como o tempo, nunca em vão. Ficam as lembranças, algumas ainda dóem, outras trazem sorrisos. Tudo dentro, respirando em nós e ao redor de nós. Vivo e em movimento. Vivo e em sono tranquilo, como o filho sobre a barriga.
Extraído: http://amoreponto.blogspot.com.br
Extraído: http://amoreponto.blogspot.com.br
sábado, 15 de junho de 2013
E toca o telefone...olhando o número...atender ou não??!!
Atendo e a primeira pergunta:- já saiu do trabalho?
-sim, estou em casa já a algum tempo!
-Hum, e o que você está vestindo?
- Eu? uma calça velha, um moletom maior que eu, bege. Cabelo preso com caneta. Pq?
... -Você não podia nem mentir que está usando cinta liga vermelha com renda preta?
- Ah sim, eu uso cinta liga quando não estou fazendo nada em casa. (risos)
- Aposto que você está esparramada como sempre na sua cama bagunçada e está mordendo o maxilar olhando o facebook, sem prestar atenção no que eu tô falando ao telefone. E ouvindo aquela "mistureba" de músicas eu tu gosta!
- Eu sou tão previsível assim?
- Não. Encantadora. A mulher que eu queria pra mim, mas ainda estou tentando me perdoar por ter perdido (...)
E descubro que não deveria ter atendido o telefone! Pessoas que me conhecem muito bem me assustam! hehe'
Atendo e a primeira pergunta:- já saiu do trabalho?
-sim, estou em casa já a algum tempo!
-Hum, e o que você está vestindo?
- Eu? uma calça velha, um moletom maior que eu, bege. Cabelo preso com caneta. Pq?
... -Você não podia nem mentir que está usando cinta liga vermelha com renda preta?
- Ah sim, eu uso cinta liga quando não estou fazendo nada em casa. (risos)
- Aposto que você está esparramada como sempre na sua cama bagunçada e está mordendo o maxilar olhando o facebook, sem prestar atenção no que eu tô falando ao telefone. E ouvindo aquela "mistureba" de músicas eu tu gosta!
- Eu sou tão previsível assim?
- Não. Encantadora. A mulher que eu queria pra mim, mas ainda estou tentando me perdoar por ter perdido (...)
E descubro que não deveria ter atendido o telefone! Pessoas que me conhecem muito bem me assustam! hehe'
By =)
_ Preciso de mais espaço...
_ Como assim?
_ Você pode me fazer o favor de ir embora?
_ Mas como assim?
_ Essa vida, esse espaço não me servem mais...
_ Lá vem você complicar tudo, racionalizar o que não precisa.
_ Sempre te falei que eu não era fácil, que eu penso demais e você nunca me ajudou a ter certeza de nada.
_ Então agora a culpa é minha?
_ Ninguém tem culpa de nada, a aquarela desbota, o sabor que era preferido enjoa, as roupas que você usava parecem ridículas nas fotos antigas...
_ Você não tem jeito menina, quer dizer que nada vai durar na sua vida? Parou pra pensar que desse jeito você vai ficar sozinha? Com todo seu achismo, sua independência, seu jeito irritante de mudar de ideia como quem troca de roupa, acha que mais alguém vai te suportar? Te amar como eu te amei?
_ Hahaha, agora você me ama?De uma coisa eu tenho certeza, você sempre vai ser o mais engraçado de todos...
sexta-feira, 14 de junho de 2013
Quero acordar do seu lado num domingo de manhã. Quero ver você me olhar entre um gole de café e outro, sem nada para dizer, e apenas sorrir antes de voltar a folhar o caderno de cultura. Quero a sua mão no meu cabelo, dentro do carro, no caminho do seu apartamento. Quero deitar no sofá e ver você cuidar das plantas, escolher a playlist no ipod e dobrar as roupas esquecidas em cima da cama. E que, sem mais nem menos, você desista da arrumação, me jogue sobre a bagunça, me beije e me abrace como nunca fez antes com outra pessoa. Quero deitar do seu lado na rede, olhando a lua e ouvindo você me contar histórias do passado. Quero escutar você falar do futuro e sonhar com minha imagem nele. Quero que você ignore a improbabilidade da nossa jornada e fale da casa que teremos no campo. Quero que você a descreva em detalhes, que fale do jardim que construiremos, e dos cachorros que compraremos. E que faça tudo isso enquanto passa a mão nas minhas costas e me beija o rosto. Que você me guarde na memória, mais do que nas fotos. E que, até o último dia da sua vida, você espalhe delicadamente a nossa história, para poucos ouvintes, como se ela tivesse sido a mais bela história de amor da sua vida. E que uma parte de você acredite que ela foi, de fato, a mais bela história de amor da sua vida. Quero que você nunca mais deixe de pensar em mim...
quinta-feira, 13 de junho de 2013
sexta-feira, 7 de junho de 2013
É incrível como existe tanta gente solteira e infeliz. Duas coisas que não deveriam andar do mesmo lado da estrada. Antes de dividir sua alegria com alguém, é preciso que ela esteja inteira em você.
Mas apesar disso, em grande parte das situações, fechamos nossos sensores. Seja um convite pra pegar um cinema com aquela pessoa ou algo menos óbvio, como uma simples saída com os amigos. O fato é que sempre tentamos fugir de novas experiências.
Queremos algo, mas temos medo de experimentar. E sempre temos uma desculpa pronta. Rotina. Trabalho. Tempo. Mas a verdade é que não queremos. Não prestamos atenção. Não nos empenhamos. Temos preguiça...
Mas apesar disso, em grande parte das situações, fechamos nossos sensores. Seja um convite pra pegar um cinema com aquela pessoa ou algo menos óbvio, como uma simples saída com os amigos. O fato é que sempre tentamos fugir de novas experiências.
Queremos algo, mas temos medo de experimentar. E sempre temos uma desculpa pronta. Rotina. Trabalho. Tempo. Mas a verdade é que não queremos. Não prestamos atenção. Não nos empenhamos. Temos preguiça...
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